Um dos assessores de comunicação da Prefeitura Municipal de Duas Estradas contra atacou a denúncia do ex-prefeito, que teria acusado o atual gestor de compra de votos. 
O assessor Ronieleson Santos, usou também seu perfil para postar uma outra suposta denúncia, dessa vez de compra de votos por parte do ex-prefeito.

Confira:
 "As vesperas da eleiçao, o ex-prefeito aqui de Duas Estradas, fazendo doaçoes a eleitores em troca de votos.
Vejam ai amigos a falta de coerencia deste que se diz o homem mais coreto da politica duasestradense."


O ex-prefeito de Duas Estradas, Roberto Carlos Nunes acusou o seu sucessor o prefeito Edson Gomes (Edinho) de compra de votos, a suposta compra foi publicado no perfil do ex-prefeito, onde em um papel estaria anotado a suposta doação.

Confira a acusação: 

"Quanto custa um VOTO em Duas Estradas-PB, no dia da Eleição o Prefeito distribuiu várias ordens para tratamento de saúde no valor de R$ 300,00 em troca de voto, aqui esta uma ordem, que foi entregue a um eleitor e o melhor de tudo ele não estar DOENTE..."  




O FPM é o Fundo de Participação dos Municípios, a maioria dos municípios na nossa região sobrevivem desse repasse federal.

Confira:

Serra da Raíz recebeu no mês de Outubro tirando todos os descontos, 424.240,82 (quatrocentos e vinte e quatro mil duzentos e quarenta reais e oitenta e dois centavos.

Duas Estradas recebeu 478.267,64 (quatrocentos e setenta e oito mil duzentos e sessenta e sete reais e sessenta e quatro centavos)

Sertãozinho recebeu 565.196,09 (quinhentos e  sessenta e cinco mil cento e noventa e seis reais e nove centavos)

Lagoa de Dentro  recebeu 667.744,48 (seiscentos e sessenta e sete mil setecentos e quarenta e quatro reais e quarenta e oito centavos).

Pedro Régis recebeu 618.498,02 (seiscentos e dezoito mil quatrocentos e noventa e oito reais e dois centavos).

Belém recebeu 1.240.258,65 (Um milhão duzentos e quarenta mil duzentos e cinquenta e oito reais e sessenta e cinco centavos).

Pirpirituba recebeu 788.600,37 (setecentos e oitenta e oito mil seiscentos reais e trinta e sete centavos.


Confira seu município em  https://www42.bb.com.br/portalbb/daf/beneficiario.bbx?cid=4403

 

O deputado federal Carlos Souza (PSD-AM) renunciou nesta quarta-feira (29) ao mandato parlamentar. Ele se diz “desmotivado” por não ter conseguido se reeleger.

A carta de renúncia foi lida no plenário da Câmara dos Deputados pelo deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), que presidia a sessão.

"Resolvi tomar a decisão de antecipar minha renúncia ao cargo de deputado federal em virtude de não ter logrado êxito nas eleições", escreveu Souza na carta de renúncia. “Sinto-me desmotivado para continuar no exercício do cargo".

Segundo ele, "por compreender o recado das urnas”, ele não se sentiria “confortável em permanecer mais esses meses sem corresponder às expectativas em mim depositadas pelo povo amazonense”.

A renúncia se deu logo depois de processo contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF) por tráfico de drogas ter sido colocado em pauta.

Mas a renúncia não deve impedir que Souza continue a ser julgado pelo STF, mesmo sem o foro privilegiado. Isso porque os ministros já decidiram em outro caso de renúncia parlamentar que, quando a renúncia se dá após a apresentação das alegações finais da defesa, o processo não volta para instâncias inferiores da Justiça.

Segundo a Câmara, Carlos Souza estava no terceiro mandato como deputado. Quem assumirá no lugar dele é Luiz Fernando Sarmento Nicolau, também do PSD-AM, que já foi deputado federal e usava o nome parlamentar de Dr. Luiz Fernando. Ele terá 30 dias para assumir o mandato, que se encerra em 31 de janeiro de 2015.

 
G1

 

Os nomes do senador José Maranhão (PMDB), Aguinaldo Ribeiro (PP) e Lucélio Cartaxo (PT) tem estado nas rodas de apostas do estado e até do Governo Federal para cargos no novo governo da presidenta Dilma Rousseff (PT). Segundo especulações, os paraibanos podem ser integrar cargos em Ministérios ou estatais.

As notícias nos bastidores apontam o senador eleito José Maranhão (PMDB) com chances ser convidado por Dilma para um ministério, provavelmente o de Ministério das Minas e Energia, no lugar de outro peemedebista, Edison Lobão.

Caso Maranhão assuma um ministério sua primeira suplente, Nilda Gondim, ficaria com a vaga no Senado. Com a possível ida de Maranhão para a equipe do novo governo de Dilma, a cidade de Campina Grande passaria então a ter os três senadores da República no Estado. A cidade já conta com Vital do Rego Filho (PMDB) - filho de Nilda Gondim -, e Cássio Cunha Lima (PSDB).

Na Câmara dos Deputados o deputado reeleito Aguinaldo Ribeiro, ex-ministro das Cidades, está cotado para compor a equipe da nova gestão da presidente Dilma Rousseff. Nessa caso, assumiria sua vaga o suplente Marcondes Gadelha (PSC).
O petista Lucélio Cartaxo (PT) também pode ser lembrado. Lucélio foi candidato ao Senado, mas ficou em segundo lugar, atrás de Maranhão, mas com votação surpreendente para uma primeira disputa, com mais de 500 mil votos. O petista que é ex-presidente da CBTU-PB também é tido como um dos futuros integrantes da nova equipe do governo petista.


paraiba.com
dicas-concurso-inss (Copy)
Os aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão ver, a partir do dia 18 de novembro, qual será o valor da segunda parcela do 13º pago pelo órgão.

O benefício será incluído na folha de pagamento de novembro, que começará a ser paga no dia 24 do próximo mês. Na Paraíba, mais de 600 mil paraibanos receberão a gratificação.
Segundo a assessoria do Ministério da Previdência Social, a folha de pagamento normalmente é fechada por volta do dia 17, e no dia 18 alguns beneficiários já conseguem acessar os extratos para saber quanto receberão.

Nem todos terão acesso à consulta neste dia, pois os extratos são incluídos na lista à medida que as folhas de pagamento são feitas. Somente no dia 24, que é o primeiro dia de pagamento, todas as consultas estarão disponíveis.

A consulta poderá ser feita no site. Na seção de Serviços ao Cidadão há a opção Extrato de Pagamento. Para consultar é preciso ter em mãos o número do benefício (NB), data de nascimento, nome completo e CPF do beneficiário.

As datas de pagamento variam de acordo com o valor do benefício e com o último número do cartão do beneficiário. Há dois calendários, um para quem recebe até um salário mínimo – cerca de 90% dos beneficiários da Paraíba – e outro para quem recebe mais.



Nordeste1






PEGADINHA DO MALANDRO!!! DILMA VENCEU, SEM CHORORÔ! AGORA QUE VOCÊ CAIU, COMPARTILHE E PEGUE SEUS AMIGOS!


Leia abaixo um quadro comparativo do Brasil de 2002 com 2013 e saiba porque 52% do país votou em Dilma
Com este quadro você vai ter argumentos baseados em dados, com fontes seguras e oficiais (especificadas ao final), para conversar com amigos e familiares e assim conseguir fazer uma comparação entre os governos Lula e Dilma e os anteriores, que as candidaturas Marina e Aécio querem trazer de volta.

É isso que está em jogo: a continuidade do governo de mudanças Lula-Dilma ou a volta ao passado. Compare.

O BRASIL REAL - DE 2002 A 2013
Por Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira. Fonte: Pátria Latina


1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos

12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 - 13ª
2014 - 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

30. Capacidade Energética:
2001 - 74.800 MW
2013 - 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma - 18
Governo FHC - zero

36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma - 214
Governo FHC - 11
De 1500 até 1994 - 140

37. Desigualdade Social:
Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo PT - Queda de 11,4%

38. Produtividade:
Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma - Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:
2002 - 34%
2012 - 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 - 15%
2012 - 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 - 0,669
2005 - 0,699
2012 - 0,730

42. Mortalidade Infantil:
2002 - 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 - 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 - R$ 28 bilhões
2013 - R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:
2002 - R$ 17 bilhões
2013 - R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 - 583.800
2012 - 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):
2002 - 1.446
2013 - 224

47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC - 48
Governo PT - 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:
2003 - 100
2010 - 513

49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria

FONTES:
47/48 - http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 - http://www.washingtonpost.com
42 - OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 - índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 - Ministério da Educação
13 - IBGE
26 - Banco Mundial


 01

Um jovem identificado como João Rafael da Silva Pinheiro, 18 anos, foi encontrado morto no Conjunto Frei Damião, em Araruna, no Curimataú da Paraíba.

De acordo com as primeiras informações, o corpo apresenta perfuração na cabeça, provavelmente causada por disparo de arma de fogo. A vítima tinha envolvimento com práticas criminosas.







Nordeste1

 Assembleia Legislativa da Paraíba

A reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB) deflagrou o processo de articulações para disputa da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), que deve ocorrer no próximo 1º de fevereiro, data de início da nova legislatura e o início oficial dos trabalhos dos 36 deputados estaduais eleitos no último dia 5 de outubro.

Nomes como os dos deputados estaduais Tião Gomes (PSL), Manoel Ludgério (PSD), Edmilson Soares (PEN), Ricardo Barbosa (PSB), Gervásio Maia (PMDB) e do próprio Ricardo Marcelo (PEN), atual presidente da Casa de Epitácio Pessoa, já são apontados como potenciais candidatos à presidente da nova Mesa Diretora e para mais uma “queda de braço” entre as bancadas do governo e da oposição.
O deputado Tião Gomes, eleito para o sétimo mandato, disse ontem que se tiver o apoio do governador Ricardo Coutinho está disposto a entrar na disputa pela presidência do Legislativo Estado. O parlamentar defende que o próximo presidente tem que ser aliado do governador para garantir que haja harmonia entre os Poderes e condições de governabilidade. 

“O presidente deve ser escolhido de forma consensual entre os que integram a bancada governista. Se eu tiver o apoio do governador serei candidato a presidente, com a experiência de sete mandatos e de já ter ocupado todos os cargos na Mesa Diretora, faltando apenas o de presidente”, declarou o parlamentar.

O deputado eleito pelo PSB, Ricardo Barbosa, afirmou que todos os 36 deputados estaduais têm o direito de ser presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba e não descartou a possibilidade de disponibilizar seu nome para disputa quando começar a nova Legislatura. 
“Todos os 36 deputados tem o direito de presidir a Assembleia. Qualquer um pode ser presidente e acho que é bom ter a alternância de poder. Mas nesse momento, digo hoje, eu não penso em presidência”, revelou, afirmando que já foi procurador pelos deputados Edmilson Soares e Tião Gomes para tratar sobre o assunto.
Sobre a disputa pela Mesa Diretora da Casa, o deputado eleito disse que já recebeu ligações de deputados dizendo que desejam ser candidatos. “Recebi ligações de Tião Gomes e de Edmilson Soares. Mas, não chegaram a me pedir votos. Não tenho dúvida que faremos maioria. Acho legítimo que queiram postular. Imagino que o atual presidente seja candidato e sei que está se articulando. É um forte candidato”, comentou.
Anísio quer independência
O deputado Anísio Maia (PT) é contra a interferência do Governo do Estado na disputa da Mesa da ALPB. Segundo ele, o Poder Legislativo Estadual deve continuar como está de forma independente, democratizando as relações com o público e com os movimentos sociais.
“Sou contra a qualquer interferência do Governo na eleição da Mesa Diretora da Casa. Defendo que o modelo atual deve ser mantido, com os quatro princípios que consideram fundamentais, dentre eles maior transparência com as transmissões das sessões ao vivo por emissoras de TV e rádios abertas, para que toda população tenha acesso. Manutenção da independência e da abertura do dialogo com os movimentos sociais. Por isso, o Governo não deve ter chapa disputando a presidência da Assembleia, para não interferir no Legislativo, que tem que ser harmônico, mas independente”, revelou o petista.
O deputado Adriano Galdino (PSB) defende a composição de uma chapa consensual para eleição da nova Mesa Diretora da ALPB, na qual o presidente seja integrante da bancada governista. “Temos que fazer esta articulação para que o futuro presidente sai do grupo de apoio ao governador Ricardo Coutinho, para evitar que ele sofra o que sofreu nos últimos quatro anos”, declarou.
O deputado Gervásio Maia, que pode ser indicado pelo PMDB como candidato à presidência da Mesa da ALPB, considerou muito cedo para tratar do assunto. Segundo ele, com o fim do segundo turno das eleições ainda está ligando para os amigos e lideranças políticas para agradecer os votos. “Acho muito cedo para discutir este assunto. Mal saímos de uma eleição. Não fui procurado por ninguém para tratar sobre isso, como também, não tive tempo de nem pensar sobre este assunto”, afirmou.
O deputado Janduhy Carneiro (PTN), que integra a atual Mesa Diretora da Casa na condição de 4º vice-presidente, também considerou prematura qualquer discussão sobre a eleição para presidência da Casa. Ele ressaltou que ainda é muito cedo para deflagração do processo, tendo em vista que ainda falta mais de três meses para a Eleição. “É uma discussão prematura. A maioria, no momento, não está pensando nisso. Não fui procurado por ninguém ainda e considero muito cedo para tratar deste assunto”, comentou o parlamentar.
A deputada Daniella Ribeiro (PP), que também integram a Mesa na condição de primeira suplente do cargo de Secretário, disse que com o fim do segundo turno resolveu viajar para descansa e que ainda não tinha tratado sobre o processo de sucessão da Mesa Diretora. “Ninguém me procurou ainda para falar sobre isso. Mas quando eu retornar de viagem vou me inteirar sobre as articulações para poder tomar qualquer posição a respeito”, afirmou.




Portal correio

 

A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) reúne-se nesta quarta-feira (29), ao meio-dia, em busca de consenso para aprovação do relatório preliminar ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015 (PLN 3/2014).

Os integrantes da comissão — que nesta terça (28) não alcançou quórum para votação na representação da Câmara — manterão encontro com o relator da LDO, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) para tratar da matéria. A aprovação do relatório preliminar, já lido na comissão, abre prazo para apresentação de emendas ao projeto.

Orçamento - Outro tema a ser discutido com Vital está relacionado à garantia da execução das emendas individuais ao Orçamento da União, tendo em vista que a proposta de emenda à Constituição que trata do tema, ainda não teve a sua votação concluída na Câmara dos Deputados. A matéria teve origem no Senado (PEC 22/2000) e foi aprovada pelos senadores em agosto de 2006. Desde então aguarda a decisão dos deputados federais.

Aprovada pelo Plenário da Câmara, em primeiro turno no mês de maio, o texto-base da chamada PEC do Orçamento Impositivo — PEC 358/2013, na Câmara — obriga a execução das emendas individuais ao Orçamento da União até o limite de 1,2% da receita corrente líquida realizada no ano anterior. Para 2014, a lei orçamentária (Lei 12.952/2014) destinou R$ 8,72 bilhões em emendas (R$ 14,68 milhões por parlamentar). A proposta ainda tem que passar pelo segundo turno de votação para depois ser promulgada



Paraiba.com

 Dilma Rousseff

A derrota de Aécio Neves em Minas Gerais, seu domicílio eleitoral e estado em que governou por oito anos, pode ter sido um fator relevante para a vitória de Dilma Rousseff em sua reeleição. Na avaliação de especialistas mineiros, o mau desempenho de Aécio no estado depôs contra o candidato e o fez perder votos importantes.


Para o professor de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Federal de Viçosa, Diogo Tourino de Sousa, Minas foi “o fiel da balança, do ponto de vista numérico” e também do ponto de vista político, no sentido de converter eleitores de outros estados no momento em que Aécio passava a ser conhecido no Brasil.

“Minas teve uma importância muito grande na tônica da campanha da presidente Dilma no segundo turno. A ideia de que quem conhece Aécio não vota, e Aécio perdeu no seu estado, o estado que administra há muitos anos, foi um slogan muito forte que, de alguma forma, pautou o enfrentamento direto entre Dilma e Aécio no segundo turno. Então acho que se pode dizer, sim, que Minas teve um papel decisivo, não só pelo seu quantitativo de votos, mas sobretudo por esse elemento substantivo”, disse o professor.

Ainda na opinião de Tourino, a derrota do ex-governador no estado foi provocada por dois fatores decisivos. O primeiro foi o mau desempenho dos governos tucanos na educação em Minas. “Na retórica nacional, Aécio falava que elevou os índices educacionais no seu estado, que melhorou a educação, mas na prática os professores são pessimamente remunerados, as condições de trabalho nas escolas vêm caindo. Ou seja, a despeito da melhora dos índices, a avaliação subjetiva da educação no estado, sobretudo por seus atores, era muito negativa. E isso tem um impacto forte, porque a classe docente é formadora de opinião”, avalia.

Associado a isso, o insucesso do candidato tucano ao governo estadual, Pimenta da Veiga, que perdeu para Fernando Pimentel, do PT, no primeiro turno, foi o outro fator que contribuiu para o quadro em Minas. “Pimenta da Veiga não foi alguém que foi capaz de reverter essa má vontade com a administração. É uma má vontade que a gente pode ver como natural, ninguém que administra por três mandatos consecutivos – dois com Aécio e um com Anastasia – chega ao final de 12 [anos] sem arestas, haja vista que a própria presidente Dilma enfrentou arestas muito grandes neste processo de reeleição”, analisa.

Assim como Tourino, a professora de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais, Helcimara Telles, também avalia que o desempenho dos candidatos em Minas teve peso no resultado nacional, embora considere que talvez não tenha sido decisivo. A professora também é membro da World Association for Opinion Research (Wapor), organização voltada para a pesquisa de opinião pública. Para ela, Minas Gerais tem um “peso simbólico” muito grande, por fazer divisa com estados em estágios socioeconômicos diversos, como São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro e Bahia.

“Foi importante. Eu até conversava com meus alunos que quem ganhasse em Minas ganharia no resto do país. Minas tem um peso simbólico porque sintetiza o resto do país”, acredita. Helcimara também acredita no peso político que teve a derrota de Aécio Neves no estado no primeiro turno. Para ela, o fato de a presidenta Dilma ter ganhado no estado que já foi governado por seu adversário contou para convencer os eleitores dos outros estados.

No entanto, a professora rechaça a ideia de que foi uma eleição com resultado divido por regiões – com Aécio vitorioso no Sul, Sudeste e Centro Oeste, e Dilma no Norte e Nordeste – ou por classes sociais. “Ela ganhou em diversas classes sociais, ainda que ela tenha tido uma votação melhor nas classes mais baixas. Estatisticamente isso é totalmente justificável, pois existem mais pobres no país do que ricos”, avalia a professora.

Mesmo assim, Helcimara Telles diz que a vitória com margem tão apertada deve servir de alerta para a presidente Dilma, que deve sobretudo melhorar sua comunicação com a sociedade. Para ela, Dilma perdeu o diálogo com a sociedade civil, com o setor produtivo e com o Congresso, fechando-se burocraticamente. A tendência agora, na opinião da professora, é a melhora dessa comunicação para se aproximar da sociedade e unir as pessoas em torno de projetos como a reforma política. “Acho que vai ser um mandato mais politizado, tem que ser um mandato mais habilidoso, que faça mudanças, atendendo aos eleitores dela e do Aécio”, conclui.

Dilma venceu em Minas com 52,41% dos votos válidos, enquanto Aécio teve 47,59%. No primeiro turno, a candidata petista também venceu no estado, com 43,48%. O tucano fez 39,75% em Minas no primeiro turno.


Portal Correio

 

Um fato curioso chamou atenção nas eleições no Acre: mulheres divulgaram nas redes sociais fotos em que estavam nuas, cobertas apenas por adesivos dos seus candidatos preferidos. A brincadeira ganhou mais repercussão nesta reta final das campanhas e foi noticiada inicialmente pelo site ac24horas.

No Acre a disputa para governador estava no segundo turno, entre Sebastião Viana (PT) e Márcio Bittar (PSDB). Mas as mulheres que aparecem nuas estão com adesivos das campanhas dos candidatos à presidência, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).
A brincadeira dividiu eleitores: alguns levaram na esportiva e brincaram que decidiram seus votos por causa das mulheres. Outros ficaram revoltados, dizendo que elas só queriam aparecer e deveriam ter vergonha do que fizeram. As fotos começaram a circular em aplicativos nos celulares e rapidamente chegaram ao Twitter e ao Facebook.



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